segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Nunca se esqueçam do luto semeado pelo monstro Jonas Savimbi


«Aqueles que até hoje apregoam o heroísmo de um monstro como Savimbi nunca se esqueçam do luto que ele semeou por Angola fora, sobretudo no K K, na então república da Jamba, onde durante anos reinou a lei do silêncio. Ali deixámos muitos de nós parte de nós mesmos, muitas vezes sem direito a sepultura, como Tito Chingunji, esposa, Romy e 3 filhos; Dinho Chingunji, esposa, Aida Henda e 3 filhos; Wilson dos Santos, esposa Helena Chingunji e 4 filhos; e Alice Chingunji.»

«Afinal onde está o carisma e a heroicidade de um homem que no dia 7 de Setembro de 1983 organizou uma parada dividida em 3: no centro uma enorme fogueira, do lado direito um pelotão de fuzilamento e à esquerda a fila das mulheres na sua maioria intelectuais amarradas e levadas para a prisão central da Jamba. Nesse fatídico dia 7 de Setembro de 1983, ele próprio encarregou-se de fazer a chamada das mulheres para a fogueira com uma voz gélida e cadavérica e com um olhar carregado de heroísmo. Vitória Chitata já a arder ainda conseguiu erguer a filha suplicando aos presentes que salvassem a bebezinha de um ano de idade, e Savimbi da tribuna gritou: "filho de cobra é cobra" e lá se foi também aquela inocente criatura.

As cinzas das mulheres queimadas foram recolhidas e conservadas pelos curandeiros sob supervisão dos então general Begin, e Epalanga, (ainda vivo), e duas semanas depois todas as prisioneiras que sobreviveram à pancada, num total de 28, voltaram à parada e sob gritos de "morte às bruxas" já com as cabeças rapadas foram untadas com as cinzas das defuntas e definitivamente expulsas da Jamba, foram deportadas para o Katapi onde as sobreviventes do pelotão de fuzilamento comandado pelo então coronel Melgaço (ainda vivo) ceifou as vidas de algumas delas... permaneceram quase um ano a fazer trabalhos forçados, cultivando a terra de sol a sol sem direito a alimentação.

Afinal, nesta ordem de ideias, onde se encontram os corpos da mãe do general Bock, da Dona Priscila, da pequena Mbimbi Katalayo, já que a mãe de Savimbi para além de em 1988 ter tido direito a um funeral com salvas de canhão foi em Agosto de 1992 transladada para Lopitanga sua terra natal? Será que mesmo morto Savimbi ainda continua a meter medo aos Vatuvas e companhia? A ser assim nós os angolanos sinceros também queremos lembrar à direcção da Unita para que pelo menos faça um esforço no sentido de perguntar aos assassinos dos generais Bock, Antero, Tarzan, Nato, Grito, Perestrelo, e peço perdão pelos nomes que infelizmente olvidei, que indiquem às famílias onde ficaram os seus restos mortais.

Perguntem ao general Beja, ao Aniceto Gato, ao Kamunha e outros esbirros onde estão esses corpos, já que segundo Alcides Sakala, como africanos que somos, o luto só termina quando os restos mortais são entregues à família.

Todos esses supracitados deram o melhor de si nas grandes batalhas de que há memória, como Mavinga, Luena etc. Acho que o Sakala continua a ter medo da sombra de Savimbi. Liberta-te, Alcides. Se não o criticavas em vida como há tempos informaste, sabes que houve muitos homens de coragem temerária que em várias ocasiões discordaram com o chefe, e estes pagaram o preço mais alto.

Quando abordarem politicamente o caso da transladação dos restos mortais daquele que foi o pior monstro que a história de Angola conheceu, lembrem-se também dos órfãos e das viúvas dos generais supracitados.

Por favor, por uma vez sejam sensíveis ao sofrimento dos vossos próprios militantes, pois como os vossos, esses filhos também nasceram na luta, mas eles vieram de lá de mãos vazias. Muitos deles até hoje não têm nem pão nem tecto, quando há 4 anos a promessa foi prioridade para as viúvas e órfãos...

Que falsidade. Vão gastar rios de dinheiro para transladar Savimbi que já está enterrado, mas ninguém falou do Valdemar Chindondo nem do irmão, Piedoso Chindondo, de Jorge Sangumba, Cândinha Vumbi, Sessa Puna, Emy Manuel, Gina Kassanji, Vinona, Antónia ou Donia, Joana do grupo 3 de Agosto, Alfeu Chiuaia, Tina Brito, São, Fuma, Lindinho, Malory, Iko, ou Vakulukuta, e Orneias Sangumba, morto, por alegadamente ser agente da CIA!

Pergunto-vos: será justo para todas essas famílias que vocês transladem Savimbi sem pensarem nos seus? Afinal este indivíduo tem outros familiares para além da irmã. Por que é que o sobrinho querido não foi à cerimónia? Refiro-me ao Kamy, que matava sem se incomodar? Reflictam antes de agir... As chagas ainda estão abertas e a sangrar.»

Leitor devidamente identificado
Fonte: Noticias Lusofonas




quinta-feira, 21 de outubro de 2010

"A Fraude do 13.º Mês"

O 13.º Salário Não Existe!

O "13.º Salário" foi implementado no Brasil nos anos 60, em Portugal em 1974, e está mais ou menos institucionalizado em versões locais na Europa e América do Sul, mas não nos USA, onde OS trabalhadores são pagos "à semana" e não "ao mês". Em Angola, supostamente também é pago. Mas vejam o seguinte...

Como funciona o 13.º mês?

Suponhamos que você ganha 400 por mês. Multiplicando-se esse salário por doze meses, temos ao fim do ano 4.800.

400x12 = 4.800

Quando chega Dezembro, recebe o conhecido "Décimo Terceiro Mês".

4.800 + Décimo Terceiro =5.200

4.800 (Salário anual)+ 400 (Décimo Terceiro) = 5.200  (Salário anual mais o Décimo Terceiro) Aparentemente ofereceram-lhe 400, pelos quais não trabalhou.

Parece certo. Onde é que está a fraude?

Se o trabalhador recebe 400 por mês será razoável pensar que recebe 100 por semana, já que o mês tem em, média, quatro semanas.

400 (Salário mensal) : 4 (semanas do mês) = 100 (Salário semanal)

Continua a parecer certo. Então onde é que está a fraude?

A fraude está aqui:

O ano tem 52 semanas.

Se multiplicarmos 100  (Salário semanal) por 52 (número de semanas anuais) o resultado será 5.200, 100 (Salário semanal) x 52 (número de semanas anuais) = 5.200 O resultado acima é o mesmo valor do Salário anual mais o Décimo Terceiro

Explicação:

A resposta é que lhe roubam uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31, mas uma semana são 7 dias, 4 semanas são 28, não são 30 nem 31, mas o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, só lhe pagam 4 semanas, ou seja, 28 dias!.

No final do ano o "décimo terceiro" é apenas o que não lhe foi pago durante o ano. É salário já vencido e não um adicional. Faria parte do ordenado normal se lhe pagassem "à semana". Não venham com a treta, a dizer-nos que nos Estados Unidos da América e no Canadá, não se pagam o 13.º mês. Os políticos angolanos, que estejam conscientes e não tentem fazer do povo uns míseros ignorantes e estúpidos!...

Lembre-se disto quando lhe tirarem o 13.º mês ou lhe pagarem metade "por causa da famosa crise", da qual eu já estou bem farto; como se lhe estivessem a tirar um bónus por não ter trabalhado, xinguile, chute a bunda do patrão porque lhe está a roubar...

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

O DEDO E AS MANGAS ARREGAÇADAS

Artigo de José Ribeiro* para profunda reflexão e tomada de consciência dos...funcionários públicos.
 
  
 O Hospital Américo Boavida vive momentos conturbados porque a direcção resolveu controlar a pontualidade dos funcionários com um sistema electrónico. Quem não regista a presença, está em falta. E como a máquina nunca se engana, os serviços financeiros descontaram aos faltosos os dias em que estiveram ausentes.
 
 Os trabalhadores que viram os salários emagrecer, protestaram contra a direcção do hospital. Mas a directora clínica, que tem a responsabilidade de garantir que pelo menos 300 doentes internados e mais umas centenas que recorrem diariamente às urgências tenham assistência digna, apresentou razões para justificar os descontos nos salários dos faltosos e relapsos.
 
 O novo sistema entrou em funcionamento durante um longo período experimental, para todos se habituarem à vigilância electrónica da pontualidade, sempre com o dedo apontado aos faltosos. Os que não registavam a presença no serviço, eram chamados e os técnicos explicavam-lhes como deviam proceder.
 
 Mas segundo a directora clínica, muitos dos que hoje protestam, ignoraram a formação e as explicações. Quando o sistema electrónico entrou em funcionamento “a doer” as faltas ao serviço choveram em catadupas. No final do mês, os faltosos perceberam que a falta de assiduidade não rentabiliza os serviços nem o trabalhador e sentiram o corte nos salários. No limite, resolveram fazer greve para que lhes fossem restituídos os fundos descontados.
 
 Alguns técnicos ameaçaram que se o dinheiro não fosse devolvido, os doentes é que iam sofrer. No sector da saúde as greves têm de ser bem ponderadas e as estruturas sindicais são obrigadas a garantir os serviços mínimos. Os doentes internados não podem ser negligenciados e as urgências têm de funcionar sem falhas. Isto quer dizer que os trabalhadores da saúde não podem fazer greves e prejudicar os serviços e os doentes.
 
 Para tentar esclarecer tudo, o vice-ministro da Saúde, Carlos Alberto Masseca, foi dialogar com os faltosos e com a direcção do Hospital Américo Boavida. No final, ouvi na rádio um trabalhador “grevista” dizer que os técnicos iam levantar “parcialmente” a greve mas que o dinheiro dos descontos tinha de ser devolvido a quem não cumpriu o dever de pontualidade, assiduidade e produtividade.
 
 Este episódio ilustra bem uma situação que é transversal a todos os nossos serviços públicos. Não é segredo para ninguém, muito menos para as centrais sindicais, que a nossa produtividade é das mais baixas do mundo.
 O absentismo atinge níveis tão elevados que não há economia que resista. Este quadro resulta de velhos problemas da nossa sociedade nunca resolvidos.
 
 Os óbitos custam milhões de horas de trabalho por ano. Os trabalhadores “incomodados” são responsáveis por outros tantos milhões de horas de trabalho perdidas. A chuva justifica igualmente milhares de dias de ausência ao trabalho. Num nível um pouco mais baixo, temos os engarrafamentos, a falta de transportes, os “pedidos”, os casamentos, as aulas ou a falta pura e simples, sem qualquer satisfação ou justificação.
 O Presidente da República, José Eduardo dos Santos, num dos seus discursos recentes, pôs o dedo na ferida e disse que não podemos aceitar que bens de consumo importados, sejam mais caros do que aqueles que produzimos em Angola. Na altura, ninguém pegou na “deixa”. Mas o Chefe de Estado estava a alertar a sociedade para o gravíssimo problema da falta de produtividade nacional. Porque é isso que torna mais caro o feijão ou o milho nacional do que o importado, apesar do frete marítimo e dos dias a mais que os navios estão nos portos à espera de descarregar.
 
 Temos problemas estruturais que agravam a situação já de si grave. As organizações são débeis e temos poucos quadros técnicos. Tudo isto faz uma mistura complicada que tem de ser solucionada com mais organização, mais cidadania, mais participação democrática e, sobretudo, mais trabalho. Temos de fazer mais.
 
 O governador do Kuando-Kubango, Eusébio de Brito Teixeira, sabe disso e reuniu com todos os funcionários do Estado e das empresas públicas para lhes dizer que exige de todos mais empenho e mais responsabilidade. A mensagem do governador foi clara: temos de arregaçar as mangas!
 E já agora, também interessa adoptar em todos os organismos da Administração Pública e no sector empresarial do Estado a vigilância electrónica da pontualidade, como em boa hora o fez a direcção do Hospital Américo Boavida.
 
 Quem está, fica registado. Quem falta, escolhe os descontos.
 Não sei qual é o sistema electrónico adoptado pelo hospital. Mas sei que existe um muito simples em que basta colocar o dedo indicador na máquina para ficar registada a presença do funcionário nos serviços de Contabilidade.
 
 E como o sistema funciona com as impressões digitais de cada um, é impossível fazer batota.
 
 Pode ser que com o sistema de vigilância da pontualidade através do dedo, todos comecem a arregaçar as mangas.
 
 O país precisa que os trabalhadores angolanos dêem esse passo importante e necessário. 

* Jose Ribeiro - Director do Jornal de Angola

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Mundial de Basket: Angola quer fazer história

O cenário está montado para o início da grande festa. "


Em 1986 a selecção nacional de basquetebol participou pela primeira vez num campeonato do mundo de basquetebol, na Espanha, e terminou na 20ª posição, numa prova que contou com 24 selecções. Na ocasião, Victorino Cunha era o seleccionador.

Na primeira presença, num conjunto de onde constavam nomes como Gustavo da Conceição, Jean Jacques da Conceição, Manuel de Sousa e Paulo Macedo, Angola encontrou muitas dificuldades ao defrontar adversários muito tácticos europeus e sul-americanos, diferentes dos africanos com quem estava habituado a jogar.

Perdeu o primeiro jogo diante da então União Soviética, por 89-51, e na segunda ronda com o Israel (75-95), mas redimiu-se ao vencer a Austrália (74-69) na terceira jornada, naquela que foi a primeira vitória angolana em campeonatos do mundo.

Seguiram-se mais duas derrotas frente a Cuba e Uruguai por 53-81 e 81-83, respectivamente, sendo o último resultado encontrado após prolongamento, uma vez que no tempo regulamentar empataram (73-73).

Com quatro derrotas e uma vitória na primeira presença, o “cinco” nacional ficou na 20ª posição, na classificação final, à frente da Nova Zelândia, Coreia do Sul, Cote d’ Ivoire e Malásia.

Quatro anos mais tarde, na Argentina1990, Angola surge na maior montra do basquetebol mundial com caras novas como Ivo Alfredo, Ângelo Victoriano, Nelson Sardinha, Hérlander Coimbra e Victor de Carvalho, e já não contou com muitos dos presentes na primeira participação como Gustavo da Conceição, Zezé Assis, Adriano Baião, Francisco Cungulo e Josué Campos.

Com a intenção de melhorar o 20º lugar alcançado na edição anterior, a selecção angolana, na altura campeã africana, entrou para a prova da Argentina mais confiante e na primeira jornada deixou bons indicadores, apesar da derrota frente a Porto Rico (75-78).

Mesmo com bons indicadores na ronda inaugural, numa série de quatro selecções, Angola voltou a perder nas duas jornadas seguintes diante da Jugoslávia (79-92) e Venezuela (77-83), terminando a primeira fase na última posição do grupo A e obrigada a disputar as classificativas.

Nesta fase, a selecção nacional começou por perder com a Itália e Canadá (78-86, 80-82) e venceu a Coreia do Sul (104-93). Já na disputa do 13º ao 16º os angolanos derrotaram o Egipto (83-70) e a China (112-96) e melhoraram a classificação final ficando com o 13º posto, numa competição que contou com 16 selecções, menos oito que na edição anterior.

No Canadá1994, na sua terceira presença, Angola baixou três lugares, tendo terminado a prova no 16º posto, última posição. As derrotas diante da Alemanha (76-86) e Cuba (71-75) foram fatais para colocar os angolanos a disputar as classificativas do 13º ao 16º e nem mesmo a vitória frente ao Brasil (79-78) impediu que isto acontecesse.

Nesta fase voltou a perder com a Coreia do Sul e Cuba por 71-75, 67-75, respectivamente, e quedou-se na 16ª posição, três lugares abaixo da participação anterior.

Depois do fracasso no Campeonato Africano das Nações no Senegal (Afrobasket Dakar1997), em que ficou na terceira posição, o "cinco" nacional falhou presença no Mundial da Grécia em 1998, uma vez que apenas os dois finalistas garantiam apuramento para o Campeonato do Mundo.

No seu regresso ao evento (EUA2002) que junta as melhores selecções de basquetebol do mundo, Angola, orientada pelo luso-guineense Mário Palma, terminou a primeira fase no terceiro lugar do grupo A e garantiu presença na fase seguinte, depois de vitória sobre o Canadá (84-74) e derrotas frente à Jugoslávia (63-113) e Espanha (55-88).

Na segunda fase, conseguiu apenas equilibrar os jogos com o Brasil, Turquia e Porto Rico, mas não conseguiu evitar as derrotas por 83-86, 66-86, e 87-89 respectivamente, sendo obrigada a disputar as classificativas do 9º ao 12º posto. No primeiro encontro perdeu com a Rússia por 66-77 e discutiu com a China, que também havia perdido com a Turquia (86-94), o 11º posto a quem venceu por 96-84.

No Japão2006, finalmente Angola ficou entre as dez melhores. Angola até poderia fazer melhor, mas a inexperiência de alguns jogadores e do técnico (Alberto de Carvalho "Ginguba") foram cruciais para as derrotas diante da Alemanha, na fase de grupos, e França nos oitavos-de-final.

O “cinco” nacional pela primeira vez desde a estreia no mundial de 1986, começou com vitória, vencendo o Panamá por 83-70.

Seguiram-se vitórias sobre os anfitriões (Japão) e Nova Zelândia por 87-62 e 95-73, respectivamente. Tinha então começado uma nova era para o basquetebol africano, no geral, e angolano, em particular.

Nem as derrotas frente à Espanha (83-93) e Alemanha (103-108 após dois prolongamentos) impediram os angolanos de alcançar os oitavos de final. Nesta fase da prova, a selecção nacional baqueou diante da França (62-68) e "deitou por terra" o sonho de estar entre as oito melhores selecções do mundo, posicionando-se, ainda assim, num honroso nono lugar.

Este ano no mundial da Turquia2010, com Luís Magalhães no comando, que será o quarto seleccionador a orientar Angola num mundial, os campeões africanos, já com dez títulos continentais na galeria, procuram fazer história, mas para isso têm que obrigatoriamente melhorar a nona posição alcançada em 2006, na edição anterior no Japão.

A Selecção Nacional de Basquetebol em seniores masculinos reconhece, logo mais, o Pavilhão Kadir Has Arena, palco do jogo de amanhã, frente à selecção da Sérvia, referente à primeira jornada do Grupo A. Desde quarta-feira em Keyseri, os Deca-campeões Africanos da “bola ao cesto” realizam, esta manhã, mais uma sessão de treinos. Logo, já no local do prélio do jogo da estreia, o combinado nacional vai ensaiar as últimas estratégias para suplantar amanhã a forte selecção da Sérvia.

Seis estreias na equipa nacional

Seis atletas do combinado nacional vão marcar as suas estreias na fase final de um Campeonato do Mundo da “bola ao cesto”, que amanhã arranca com a disputa da primeira jornada da fase preliminar da edição número 16 da referida competição. Trata-se de Domingos Bonifáfio, Vladimir Ricardimo, Roberto Fortes, Divaldo Mbunga, Leonel Paulo e Felizardo Ambrósio. Dos doze atletas apenas seis tiveram o privilégio de disputar por duas ocasiões uma fase final de Campeonato do Mundo de basquetebol, nomedamente Miguel Pontes Lutonda, Carlos Almeisa, Joaquim Gomes “Kikas”, Eduardo Mingas, Olímpio Cipriano e Carlos Morais.

Os eleitos de Luís Magalhães para “operação” Turquia 2010



Miguel Lutonda

Idade: 38 anos

Altura: 1m 85c
Peso: 78 kg
Posição: Base
Clube: 1º de Agosto

Carlos Almeida
Idade: 34 anos
Altura: 1m 93c
Peso: 90 kg
Posição: Extremo base
Clube: 1º de Agosto

Olímpio Cipriano
Idade: 28 anos
Altura: 1m 94s
Posição: Extremo base
Peso: 90 kg
Clube: Recreativo do Libolo

Vladimir Ricardino
Idade: 32 anos
Altura: 1m 93 c
Posição: Extremo
Peso: 95 kg
Clube: 1º de Agosto

Felizardo Ambrósio
Idade: 23 anos
Altura: 2m 2c
Posição: Poste
Peso: 106 kg
Clube: 1º de Agosto

Carlos Morais
Idade: 26 anos
Altura: 1m 90c
Posição: Extremo base
Peso: 96 kg
Clube: Recreativo do Libolo

Domingos Bonifácio
Idade: 26 anos
Altura: 1m 78c
Posição: Base
Peso: 78 kg
Clube: Recreativo do Libolo

Leonel Paulo
Idade: 24 anos
Altura: 1m 93c
Posição: Extremo poste
Peso: 93 kg
Clube: Recreativo do Libolo

Roberto Fortes
Idade: 26 anos
Altura: 1m 93c
Posição: Extremo base
Peso: 93 kg
Clube: Petro de Luanda

Divaldo Mbunga
Idade: 26 anos
Altura: 2m 4c
Posição: Poste
Peso: 110 kg
Clube: Petro de Luanda

Eduardo Mingas
Idade: 31 anos
Altura: 1m 98c
Posição: Poste
Peso: 106 kg
Clube: Interclube

Joaquim Gomes "Kikas"
Idade: 30 anos
Altura: 2m
Posição: Poste
Peso: 100 kg
Clube: 1º de Agosto

Luís Magalhães:
Treinador principal

Paulo Macedo:
Treinador adjunto

Walter Costa:
Treinador adjunto

Fonte: Revista Platina na Internet

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Filho do presidente de Angola apresentou o seu single ao publico

Paulino dos Santos mais conhecido por “Zedu” apresentou a sua nova faceta para o público angolano, a sua faceta musical. Ele canta, dança e compõem é um artista completo. Com seu nome artístico Coreon Du. Encantou os presentes no Miami Beach. E a recetividade do publico foi notório com os aplausos, que pediram mais musicas do maxi single The Corean experiment das que estavam planificadas serem apresentadas aos presentes. Quanto ao single ele conta com varias sonoridades inclusive um dance lover em versão House.


E Por ser a sua primeira aparição publica não foi permitido filmar nem fazer fotos inclusive eu fui contactada por alguns dos seguranças para apagar os registos de conteúdos de imagens fotográficas e de vídeos.

A noite foi recheada com as apresentações de Beto de Almeida que relembrou alguns temas de sucesso como *Minha Maria* etc... Edy Tussa que relembrou Marre com o tema ´*Mocinha* e esteve o Walter Ananás que interpretou dois temas entre os quais “Happy” do seu novo single por sinal uma musica que se vai tornando já muito conhecida do seu novo trabalho Serious L e interpretou a faixa ja bem conhecida por muitos dos seus fas a famosa Mboia em dueto com o seu irmão Nicol Ananás ambos excelentes dançarinos com coreografias tradicionais oriundas do Namibe, acima de tudo a darem valor da Cultura angolana, que incentivou o publico a dançar.



Fonte: R.Platina
Este artigo foi corrigido conforme o novo acordo ortográfico
Famosos nos focos dos repórteres da FamaStar.
Divirta-se com o Video clip do single

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

O video Clip do momento da Internet ( Irma Sófia, interpretando Armadilha de satanás)

Irmã Sofia a angolana que virou “febre” na Internet principalmente no Youtube onde a musica «Armadilha de Satanás» virou um hino moderno em todo mundo.




Umas das muitas versões do video Clip

MONUMENTO ÀS VÍTIMAS DOS CONFLITOS ARMADOS EM ANGOLA: HOMENAGEAR AS VÍTIMAS, NÃO OS CARRASCOS!

Há pessoas sem noção da História e, pior ainda, com propostas que revelam uma preocupante inversão de valores. Como é possível propor que s...